Hoje foi um dia perfeitamente feliz, na medida do possível. Afinal, estava precisando de um pouco de calma. Acordei bem mais tarde e pude descansar. Recomendo à todos de vez em quando. É bom transformar o déficit de sono em créditos. Faz muito bem...
Após afastar a preguiça e me alimentar, cuidei um pouco dos afazeres domésticos e fiz meu almoço. Ao meio dia tive uma grande alegria, que ao longo do dia se transformaou em ansiedade. À noite eu poderia contar as novidades para quem está longe daqui. A internet é uma ótima aliada contra a distancia.
São poucas as pessoas que conseguem fazer com que eu fale o que sinto, ou apenas converse. Meu grupo de amigos é bem seleto. Também dou esta recomendação. Preste atenção em quem você está confiando. Pode até ser meio paranóico, mas é real.
A tarde passou voando, e eu esperei ansiosamente a noite. Minha tia me buscou do trabalho. Ao chegar peguei uns aperitivos na cozinha, e liguei o computador. E às 9:30 começaram os minutos mais felizes dessa semana para mim. Foram apenas trinta, mas valeu a pena. Não pude ouvir, mas através das palavras, sentir. Isso é o que importa.
Não ligue se o que, ou quem você ama está longe. Diga o que sente... Com certeza é melhor, e mais intenso quando as palavras são ditas pessoalmente (se possível o faça), mas não deixe que a distância - nem nada - se torne um problema na hora de demonstrar o amor. Nada pode ser mais forte do que esse sentimento.
Depois desta conversa fui revigorada. E ao mesmo tempo que fez com que a saudade sufocasse meu peito, me deu forças para suportá-la por mais um tempo. Até ver de novo na minha frente o reflexo de quem eu sou.
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