Meu dia hoje começou cedo. Fui até o centro cuidar de alguns assuntos e voltei rapidamente para casa. Estava bem. Até um certo momento...
Fui arrumar meu quarto e ao ligar o aspirador de pó, minha gata se assustou. Ela estava em cima do roupeiro, nas alturas, e saltou de lá em cima das minha coisas... Fez um grande estrago. Parecia que havia passado um furacão em meu quarto. E ela quebrou duas coisas importantes para mim: o meu perfume favorito e uma boneca que ganhei nos meus 15 anos. Fiquei realmente muito triste... Pensei: - O que eu posso tirar de bom dessa situação? Foi então que, tentei interpretar de outra forma.
O perfume. Eu o usava quase todos os dias, amava aquela cheiro. E, ele quebrou. Mas, quando o frasco se despadaçou no chão, meu quarto foi inundado por uma fragância maravilhosa... Na vida muitas vezes é assim. Nos prendemos a determinados hábitos, gostos e até mesmo vícios. Isso faz com que fiquemos presos à nós mesmos. Muitas vezes nos leva a "quebras", decepções e tristezas, mas que por um lado são necessárias. Nos liberta. Fazendo-nos exalar nosso melhor perfume, nossa essência. Contagiando quem está a nossa volta...
A boneca. Para mim era um símbolo, a lembrança de um momento feliz. Mas por uma fatalidade ela quebrou. Quantas vezes perdemos algo, ou alguém que gostamos e nos prendemos nas lembranças? Vivendo no passado; o que nos impede de desfrutar plenamente o presente. E precisamos que um choque aconteça, que o velho se quebre para vermos o novo que está à nossa frente.
À tarde fui rever uma grande amiga. Estava com saudades. Indico esta ação à todos. É tão bom tornar a ver quem amamos. Isto me fez muito bem.
Trabalhei e então retornei a minha casa.
Cheguei exausta, e vou me atirar na cama.
Está na hora de encontrar o meu amor, nos meus sonhos...
Boa noite, eu te amo.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Diário de bordo... (de quem não foi) 6º DIA
Hoje foi um dia perfeitamente feliz, na medida do possível. Afinal, estava precisando de um pouco de calma. Acordei bem mais tarde e pude descansar. Recomendo à todos de vez em quando. É bom transformar o déficit de sono em créditos. Faz muito bem...
Após afastar a preguiça e me alimentar, cuidei um pouco dos afazeres domésticos e fiz meu almoço. Ao meio dia tive uma grande alegria, que ao longo do dia se transformaou em ansiedade. À noite eu poderia contar as novidades para quem está longe daqui. A internet é uma ótima aliada contra a distancia.
São poucas as pessoas que conseguem fazer com que eu fale o que sinto, ou apenas converse. Meu grupo de amigos é bem seleto. Também dou esta recomendação. Preste atenção em quem você está confiando. Pode até ser meio paranóico, mas é real.
A tarde passou voando, e eu esperei ansiosamente a noite. Minha tia me buscou do trabalho. Ao chegar peguei uns aperitivos na cozinha, e liguei o computador. E às 9:30 começaram os minutos mais felizes dessa semana para mim. Foram apenas trinta, mas valeu a pena. Não pude ouvir, mas através das palavras, sentir. Isso é o que importa.
Não ligue se o que, ou quem você ama está longe. Diga o que sente... Com certeza é melhor, e mais intenso quando as palavras são ditas pessoalmente (se possível o faça), mas não deixe que a distância - nem nada - se torne um problema na hora de demonstrar o amor. Nada pode ser mais forte do que esse sentimento.
Depois desta conversa fui revigorada. E ao mesmo tempo que fez com que a saudade sufocasse meu peito, me deu forças para suportá-la por mais um tempo. Até ver de novo na minha frente o reflexo de quem eu sou.
Após afastar a preguiça e me alimentar, cuidei um pouco dos afazeres domésticos e fiz meu almoço. Ao meio dia tive uma grande alegria, que ao longo do dia se transformaou em ansiedade. À noite eu poderia contar as novidades para quem está longe daqui. A internet é uma ótima aliada contra a distancia.
São poucas as pessoas que conseguem fazer com que eu fale o que sinto, ou apenas converse. Meu grupo de amigos é bem seleto. Também dou esta recomendação. Preste atenção em quem você está confiando. Pode até ser meio paranóico, mas é real.
A tarde passou voando, e eu esperei ansiosamente a noite. Minha tia me buscou do trabalho. Ao chegar peguei uns aperitivos na cozinha, e liguei o computador. E às 9:30 começaram os minutos mais felizes dessa semana para mim. Foram apenas trinta, mas valeu a pena. Não pude ouvir, mas através das palavras, sentir. Isso é o que importa.
Não ligue se o que, ou quem você ama está longe. Diga o que sente... Com certeza é melhor, e mais intenso quando as palavras são ditas pessoalmente (se possível o faça), mas não deixe que a distância - nem nada - se torne um problema na hora de demonstrar o amor. Nada pode ser mais forte do que esse sentimento.
Depois desta conversa fui revigorada. E ao mesmo tempo que fez com que a saudade sufocasse meu peito, me deu forças para suportá-la por mais um tempo. Até ver de novo na minha frente o reflexo de quem eu sou.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Diário de bordo... (de quem não foi) 5º DIA
Bom, hoje é feriado. Eu iria à praia, mas ainda estou me recuperando de ontem. Acordei cedo e, apesar de ter o dia livre para fazer o que quiser, não fiz.
Mas fiz uma coisa que queria. Fui cortar meus cabelos... Não muito curto, porque não quero desagradar ninguém, e agradar a mim. Depois de ver o resultado, me surpreendi. E... amei. Ficou muito bom.
Fui almoçar em minha avó. Aqueles típicos almoços de família. Dá pra se divertir, mas alguém sempre sai de "cara feia" por um brincadeirinha de mal gosto. Nem sempre é intencional, mas devemos ter cuidado com nossa língua, ela é uma arma poderosa. Gostaria que uma pessoa em específico lesse isto aqui. Mas continuando...
À tarde coloquei meus fones de ouvido e me deixei levar pela saudade. É tão ruim ficar longe de quem te faz bem. A música é maravilhosa para aproximar quem está longe, mas com essa proximidade traz junto uma grande tristeza... Quando me dei por conta. Já havia se passado uma hora do horário previsto para eu ir embora.
Cheguei em casa e fui ler o jornal diário. Alimentei meus animais de estimação e resolvi sentar no quintal para tomar um chimarrão na brisa da tardinha. À noite naveguei nas páginas da internet que me interessavam, mas não encontrei nada novo, somente as declarações de saudade que, só eu entendo. E isto já me bastou. Confortou meu coração.
Agora voltei, estou tomando um café, o vício que me une com quem está distante.
Vou dormir. Boa noite!
A partir dessa semana não sei se vou gostar tanto de viagens, a não ser que vá nelas.
Mas fiz uma coisa que queria. Fui cortar meus cabelos... Não muito curto, porque não quero desagradar ninguém, e agradar a mim. Depois de ver o resultado, me surpreendi. E... amei. Ficou muito bom.
Fui almoçar em minha avó. Aqueles típicos almoços de família. Dá pra se divertir, mas alguém sempre sai de "cara feia" por um brincadeirinha de mal gosto. Nem sempre é intencional, mas devemos ter cuidado com nossa língua, ela é uma arma poderosa. Gostaria que uma pessoa em específico lesse isto aqui. Mas continuando...
À tarde coloquei meus fones de ouvido e me deixei levar pela saudade. É tão ruim ficar longe de quem te faz bem. A música é maravilhosa para aproximar quem está longe, mas com essa proximidade traz junto uma grande tristeza... Quando me dei por conta. Já havia se passado uma hora do horário previsto para eu ir embora.
Cheguei em casa e fui ler o jornal diário. Alimentei meus animais de estimação e resolvi sentar no quintal para tomar um chimarrão na brisa da tardinha. À noite naveguei nas páginas da internet que me interessavam, mas não encontrei nada novo, somente as declarações de saudade que, só eu entendo. E isto já me bastou. Confortou meu coração.
Agora voltei, estou tomando um café, o vício que me une com quem está distante.
Vou dormir. Boa noite!
A partir dessa semana não sei se vou gostar tanto de viagens, a não ser que vá nelas.
Diário de bordo... (de quem não foi) 4º DIA
Hoje pensei que seria um dia como qualquer outro. A rotina. E o tempo passaria velozmente. Mal sabia eu o que me esperava.
Acordei cedo e após tomar o cáfé me dirigi ao trabalho, aproveitando a carona de minha tia. Cheguei empolgada. Mas minha empolgação durou pouco... Logo após aparece minha colega, que exerce a mesma função no turno inverso. Haviam me dado o horário errado, e eu, tive que voltar para casa.
Vim com uma velocidade incrível, impulsionada pela indignação que crescia em meu peito. Mas, pensei: "Ficar assim não vai resolver nada, só me resta ter paciência." Então, me acalmei.
Cheguei em casa e para não desperdiçar a manhã dormindo, resolvi ir até o centro da cidade fazer algumas compras necessárias para o início do ano letivo. E, novamente me frustrei. Não encontrei o que precisava... Resolvi tomar um sorvete para combater o calor que me assolava. E, surpresa! A sorveteria estava fechada. Definitivamente, isto não estava em meus planos, e o dia não estava disposto a colaborar.
No caminho para casa, comprei meu almoço. Não estava com ânimo para lidar com as panelas. Olhei o telejornal e li um livro, aguardando a hora de retornar ao trabalho.
Lá estava uma correria. Parecia que só existia o meu nome: -Camila, vem aqui!, -Camila, me dá uma ajudinha?... Me deu uma profunda dor de cabeça. Não gosto muito de agitação. Prefiro a serenidade. E por estar em um ambiente um tanto "animado", comecei a me sentir mal. Não psicologicamente, mas meu físico já estva sendo afetado. Por um momento pensei que iria desmaiar. Aguentei quase até o final, mas cinco minutos antes tive que sair.
Já era tarde, e a noite não eferecia muitas alternativas. Então comprei uma pizza e uma Coca-Cola para ver se ajudavam a me recompor. Funcionou. Olhei meus programas de mistério favoritos e vou ir dormir.
Acho melhor descansar. Hoje não tive muito com que me alegrar. Aliás, pelos próximos cinco dias, não terei...
Acordei cedo e após tomar o cáfé me dirigi ao trabalho, aproveitando a carona de minha tia. Cheguei empolgada. Mas minha empolgação durou pouco... Logo após aparece minha colega, que exerce a mesma função no turno inverso. Haviam me dado o horário errado, e eu, tive que voltar para casa.
Vim com uma velocidade incrível, impulsionada pela indignação que crescia em meu peito. Mas, pensei: "Ficar assim não vai resolver nada, só me resta ter paciência." Então, me acalmei.
Cheguei em casa e para não desperdiçar a manhã dormindo, resolvi ir até o centro da cidade fazer algumas compras necessárias para o início do ano letivo. E, novamente me frustrei. Não encontrei o que precisava... Resolvi tomar um sorvete para combater o calor que me assolava. E, surpresa! A sorveteria estava fechada. Definitivamente, isto não estava em meus planos, e o dia não estava disposto a colaborar.
No caminho para casa, comprei meu almoço. Não estava com ânimo para lidar com as panelas. Olhei o telejornal e li um livro, aguardando a hora de retornar ao trabalho.
Lá estava uma correria. Parecia que só existia o meu nome: -Camila, vem aqui!, -Camila, me dá uma ajudinha?... Me deu uma profunda dor de cabeça. Não gosto muito de agitação. Prefiro a serenidade. E por estar em um ambiente um tanto "animado", comecei a me sentir mal. Não psicologicamente, mas meu físico já estva sendo afetado. Por um momento pensei que iria desmaiar. Aguentei quase até o final, mas cinco minutos antes tive que sair.
Já era tarde, e a noite não eferecia muitas alternativas. Então comprei uma pizza e uma Coca-Cola para ver se ajudavam a me recompor. Funcionou. Olhei meus programas de mistério favoritos e vou ir dormir.
Acho melhor descansar. Hoje não tive muito com que me alegrar. Aliás, pelos próximos cinco dias, não terei...
Diário de bordo... (de quem não foi) 3º DIA
Hoje acordei cedo, com a intenção de ir ao cabeleireiro. Fui com minha prima e tive uma decepção: o salão estava fechado. Mas não desisti, outro dia eu corto.
Minha tarde foi agradável, apesar do calor. Ri muito com minha prima. Há tempos não me divertia tanto. Deu pra me distrair... Tirei muitas fotos - outra paixão minha. Mesmo assim, por alguna momentos meu pensamento ficava vagando, para bem longe.
À tardinha fiz caminhada, escutando minhas músicas preferidas. Ao chegar em casa fui conversar com minha madrinha, falamos sobre o futuro. Onde vou morar? Que faculdade cursarei? ... Me resta menos de um ano para decidir. Isto é algo que me deixa aflita, como a tantos jovens que se encontram na mesma situação. Minha vontade é ir para POA, parece simples, mas para mim é um perfeito exemplo da guerra entre razão e emoção. Que só eu entendo...
Bom, tive um dia cheio, e ao mesmo tempo, vazio.
Boa noite!
Minha tarde foi agradável, apesar do calor. Ri muito com minha prima. Há tempos não me divertia tanto. Deu pra me distrair... Tirei muitas fotos - outra paixão minha. Mesmo assim, por alguna momentos meu pensamento ficava vagando, para bem longe.
À tardinha fiz caminhada, escutando minhas músicas preferidas. Ao chegar em casa fui conversar com minha madrinha, falamos sobre o futuro. Onde vou morar? Que faculdade cursarei? ... Me resta menos de um ano para decidir. Isto é algo que me deixa aflita, como a tantos jovens que se encontram na mesma situação. Minha vontade é ir para POA, parece simples, mas para mim é um perfeito exemplo da guerra entre razão e emoção. Que só eu entendo...
Bom, tive um dia cheio, e ao mesmo tempo, vazio.
Boa noite!
Diário de bordo... (de quem não foi) 2º DIA
Meu dia hoje, foi diferente. Acordei cedo, e após o desjejum, fui à igreja alimentar minha fé. Ao voltar resolvi cuidar de minha aparência, e eu e minha prima transformamos meu quarto em um salão de beleza. Coisas de mulher. Até a tardinha eu tirei o dia pra mim, pra me distrair...
Foi em um instante, do qual não me recordo o horário, que me sobreveio um momento de epifania. Passei a entender algo muito importante.
Estava me sentindo muito só, e então percebi porque tenho tanto medo de perder quem eu amo. Porque me sinto tão frágil em sua ausência. Pensava ser porque amava demais - o que não deixa de ser uma grande verdade, amo de todo o coração. Foi então que constatei a origem do medo. É por já ter sido abandonada várias vezes em minha vida.
Desde muito pequena cresci na companhia somente de minha mãe, e seria hipócrita se afirmasse que a imagem paterna não faz falta. Também há alguns que estavam sempre comigo, irmãos na fé, que deixaram-me. Sem falar nos "amigos" que juravam amizade eterna, e ao vir o primeiro problema, desapareceram. Todos esses, não lutaram por mim. Mas agora, também percebo que não fui só eu que saí com perdas. Eles também. Perderam a mim. De participar de momentos de alegria, da minha felicidade. Agradeço a Deus por ter colocado pessoas que me amam de verdade em meu caminho; e com quem hoje, sei que posso contar.
Mesmo assim ainda há aquele resquício de temor em relacão ao abandono. E agora que encontrei alguém a quem amo. Tenho medo. Medo de perder as sua doces palavras.
E assim, o que aumenta também é a saudade, ao me imaginar ao seu lado.
Foi em um instante, do qual não me recordo o horário, que me sobreveio um momento de epifania. Passei a entender algo muito importante.
Estava me sentindo muito só, e então percebi porque tenho tanto medo de perder quem eu amo. Porque me sinto tão frágil em sua ausência. Pensava ser porque amava demais - o que não deixa de ser uma grande verdade, amo de todo o coração. Foi então que constatei a origem do medo. É por já ter sido abandonada várias vezes em minha vida.
Desde muito pequena cresci na companhia somente de minha mãe, e seria hipócrita se afirmasse que a imagem paterna não faz falta. Também há alguns que estavam sempre comigo, irmãos na fé, que deixaram-me. Sem falar nos "amigos" que juravam amizade eterna, e ao vir o primeiro problema, desapareceram. Todos esses, não lutaram por mim. Mas agora, também percebo que não fui só eu que saí com perdas. Eles também. Perderam a mim. De participar de momentos de alegria, da minha felicidade. Agradeço a Deus por ter colocado pessoas que me amam de verdade em meu caminho; e com quem hoje, sei que posso contar.
Mesmo assim ainda há aquele resquício de temor em relacão ao abandono. E agora que encontrei alguém a quem amo. Tenho medo. Medo de perder as sua doces palavras.
E assim, o que aumenta também é a saudade, ao me imaginar ao seu lado.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Diário de bordo... (de quem não foi) 1º DIA
Aqui estou eu novamente, escrevendo.
Sabe, hoje foi um dia de interrogações para mim... O que vou fazer da minha vida neste ano? Estou aproveitando bem o meu tempo? O que será do futuro?
Muitas vezes como agora, me confundo com minhas próprias perguntas. Será que existem respostas?
Só há uma maneira de descobrir: vivendo. Por isso quero aproveitar cada segundo que por Deus é me proporcionado. Cada situação que provocar um sorriso em meu rosto; ouvir cada palavra direcionada para a edificação do meu ser; sendo o melhor que eu puder.
Foi assim que hoje, refleti muito e aprendi.
Meu dia começou bem cedo, e no trabalho, como nos dias anteriores, certifiquei minhas teorias: que um Bom Dia faz toda a diferença; que podemos saber se as palavras de alguém são sinceras somente pelo olhar; que há pessoas que simplesmente não gostam de mim e outras que conservam um carinho especial pela minha pessoa.
Provei a gostosa comida da mamãe. E senti orgulho de mim mesma quando fui receber meu salário e fazer compras. Não com arrogância ou altivez. Mas por perceber que fui útil e por isso mereci; quem trabalha entende.
Bom, um dia normal até aí. Fui à minha tia. Exercitei meu hobby: comprar esmaltes. Recebi a notícia de que teria a companhia de minha prima à noite ( não me sentiria tão sozinha). Então comprei uma pizza e aluguei dois filmes. Tudo certo para aplacar o tédio desse final de semana.
Mas algo raro aconteceu. Estava olhando um dos filmes e de repente meus olhos ficaram marejados. Eu sei que era um romance, mas não costumo chorar, pois sempre tenho em mente que é mera ficção. Esse, porém, foi diferente. Me ensinou uma grande lição. Que por mais que desejemos, às vezes, o que é bom acaba. Que pode não durar para sempre. Só nos resta aproveitar o presente. Não sabemos nem um segundo à frente. O futuro é uma incógnita que se descobre com o tempo.
Então, chorei. Por agora não poder fazer isso. Por estar distante do que amo, de quem admiro, de quem me faz feliz. Fiquei, e ainda estou torcendo, para que o relógio ande mais rápido e que só o melhor aconteça. Me sensibilizei com a fragilidade da vida e com a nossa impotência diante de alguns fatos.
Contudo, só me resta aguardar. E com muito amor no coração, eu espero.
PS: Eu te amo.
Sabe, hoje foi um dia de interrogações para mim... O que vou fazer da minha vida neste ano? Estou aproveitando bem o meu tempo? O que será do futuro?
Muitas vezes como agora, me confundo com minhas próprias perguntas. Será que existem respostas?
Só há uma maneira de descobrir: vivendo. Por isso quero aproveitar cada segundo que por Deus é me proporcionado. Cada situação que provocar um sorriso em meu rosto; ouvir cada palavra direcionada para a edificação do meu ser; sendo o melhor que eu puder.
Foi assim que hoje, refleti muito e aprendi.
Meu dia começou bem cedo, e no trabalho, como nos dias anteriores, certifiquei minhas teorias: que um Bom Dia faz toda a diferença; que podemos saber se as palavras de alguém são sinceras somente pelo olhar; que há pessoas que simplesmente não gostam de mim e outras que conservam um carinho especial pela minha pessoa.
Provei a gostosa comida da mamãe. E senti orgulho de mim mesma quando fui receber meu salário e fazer compras. Não com arrogância ou altivez. Mas por perceber que fui útil e por isso mereci; quem trabalha entende.
Bom, um dia normal até aí. Fui à minha tia. Exercitei meu hobby: comprar esmaltes. Recebi a notícia de que teria a companhia de minha prima à noite ( não me sentiria tão sozinha). Então comprei uma pizza e aluguei dois filmes. Tudo certo para aplacar o tédio desse final de semana.
Mas algo raro aconteceu. Estava olhando um dos filmes e de repente meus olhos ficaram marejados. Eu sei que era um romance, mas não costumo chorar, pois sempre tenho em mente que é mera ficção. Esse, porém, foi diferente. Me ensinou uma grande lição. Que por mais que desejemos, às vezes, o que é bom acaba. Que pode não durar para sempre. Só nos resta aproveitar o presente. Não sabemos nem um segundo à frente. O futuro é uma incógnita que se descobre com o tempo.
Então, chorei. Por agora não poder fazer isso. Por estar distante do que amo, de quem admiro, de quem me faz feliz. Fiquei, e ainda estou torcendo, para que o relógio ande mais rápido e que só o melhor aconteça. Me sensibilizei com a fragilidade da vida e com a nossa impotência diante de alguns fatos.
Contudo, só me resta aguardar. E com muito amor no coração, eu espero.
PS: Eu te amo.
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